sábado, 15 de julho de 2017

Tudo uma questão de vértebras

Algo que passou completamente despercebido foi o discurso do Presidente do Conselho de Administração da Associação Agrícola de S. Miguel, na inauguração da Feira Agrícola 2017, no passado mês de Junho. Jorge Rita, não foi meigo com o Senhor Presidente do Governo Regional e enxovalhou o Secretário Regional da Agricultura e Florestas, presente e em representação do Dr Vasco Cordeiro.
O mínimo que se devia ter feito era colocar no seu devido lugar o Sr Jorge Rita e de seguida pedir desculpas a todos os presentes e ir-se embora, ou pura e simplesmente sair e não voltar, durante o seu discurso.
Mas não!
A culpa é de todos os governos que criaram e alimentaram esta Associação Agrícola, estando neste momento completamente reféns dela
Seria interessante sabermos qual o passivo e os encargos com remunerações desta Associação

A dança do "hula hula"

Cada vez mais devemos admirar o Dr. Sérgio Ávila, Vice-presidente do Governo Regional dos Açores e responsável pelas Finanças da Região Autónoma dos Açores
Pena é que todos os subordinados do Governo Regional, contrariem no dia-a-dia o seu discurso e demonstrações competentes, quando em reuniões diversas afirmam que não têm dinheiro para nada
Alguém que os chamem à razão, porque isso de estar em cargos do governo, escolhidos pela sua competência, implica fazer a dança do "hula-hula", por mais dores de anca que possam vir a ter... é o preço, meus caros!

Candidato a politico

Queres ser um político de sucesso em Portugal, então aqui ficam as únicas características:
- Ser da Área Metropolitana de Lisboa
- Ter o dom da palavra
- Falar durante horas sem recurso a papeis ou teleponto
- Estar na primeira fila no sucesso
- Desaparecer no insucesso
- Ter uma máquina de comunicação a fazer o resto

Elogios, auto-elogios e tomadas de posse

Nunca percebi os elogios fúnebres, porque as pessoas devem ser valorizadas em vida e devemos-lhe essa obrigação
Nunca percebi as pessoas que falando na primeira pessoa enaltecem os seus valores morais, porque são os seus actos e o reconhecimento dos outros a validá-los
Por isso também não percebo alguém que toma posse de um cargo e quem o legitima afirma a sua competência
Não é suposto terem todos de ser competentes? E por esse facto serem convidados?
Pior mesmo é o empossado falar da sua honestidade e competência, o que leva todos a pensar, para além do que se referiu aqui, que o anterior não era honesto e competente
Erro, recado ou puro inebriamento?!