A democracia nos Açores pode dividir-se em dois momentos - o primeiro nos mandatos do Dr Mota Amaral e o segundo nos mandatos de Carlos César. Mota Amaral dotou as ilhas com hospitais/centros de saúde, aeroportos/aerogares, portos e escolas. Carlos César reforçou e ampliou estas infraestruturas, criou estradas/vias rápidas e desenvolveu o transporte aéreo.
Ambos são políticos de profissão e os Açores sob as suas regências, reflectiram as formas de ver e estar no mundo, destas duas individualidades.
Pese embora as distintas personagens da história da democracia açoriana e dos seus contributos para o desenvolvimento dos Açores, o atraso cultural e de mentalidades de grande parte da população açoriana é um facto.
O culto ao espírito santo é a razão por este atraso!
Pensar-se na relação directa deste culto e a perpetuação no poder dos políticos açorianos, é mero exercício intelectual.
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