Passos Coelho não soube esperar e preferiu a posição do "coitadinho", na relação com o Presidente da República, caso fosse mais perspicaz lembrar-se-ia da história da "vichyssoise"... para o bem e para o mal esta referência servirá para Passos Coelho como para António Costa
Marcelo é de facto um fenómeno enquanto político e ser humano, e esta última condição é que o torna mais previsível
Marcelo tem o dom de transformar um País cujo poder por definição constitucional encontra-se na Assembleia da República e transporta-o para o Palácio de Belém, uma posição antagónica do que Aníbal Cavaco Silva sempre se queixou como limitação de poderes
Assim temos um país semi-presidencialista nas mãos do seu Presidente da República
Portugal está a adorar e o Governo sente-se ameaçado... saibamos esperar!
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